• O NATAL E AS LEIS DA ROBÓTICA




    Graças a Deus mais uma vez faço-me presente neste espaço com mais um texto, desta vez alusivo ao natal.

    Você deve estar se perguntando, o que tem haver natal com as leis da robótica? E eu respondo: tem tudo haver. Vamos às explicações.

    A ideia de escrever este texto surgiu de forma espontânea, não esperava escrevê-lo desta forma, com este objetivo.

    Acontece que a ideia de unir ciência e religião sempre me motivou, sempre me impulsionou para que eu idealizasse essa união de forma pacífica e duradoura. Pensei da seguinte maneira: porque não unir os dois lados da moeda?

    Insinuadas em obras anteriores, as três Leis da Robótica, de Isaac Asimov, foram enunciadas pela primeira vez no conto Runaround, de 1942.

    Quando me deparei com essas leis disse a mim mesmo: puxa vida! Se todo ser humano seguisse esses preceitos o mundo seria uma maravilha.

    E de fato essas leis são extremamente compatíveis com os ensinamentos de Jesus Cristo, é isso que as torna brilhantes.
    Vamos a elas:

    PRIMEIRA – Um robô não pode ferir um ser humano ou, por omissão, permitir que um ser humano seja ferido.

    SEGUNDA – Um robô deve obedecer a ordens dadas por seres humanos, exceto quando entra em conflito com a Primeira Lei.

    TERCEIRA – Um robô deve proteger sua própria existência enquanto não entrar em conflito com a Primeira e Segunda Lei.

    Se trocarmos a palavra robô por ser humano, ficando a relação ser humano x ser humano, a paz mundial poderia ser alcançada com mais facilidade e afinco. 

    Mais tarde Asimov sentiu que suas três leis eram insuficientes para proteger a sociedade como um todo. Por isso em seu livro de 1985, Os robôs e o império, ele criou a lei “Zero”, à qual as outras estão subordinadas:

    ZERO – Um robô não pode fazer mal a humanidade ou, por omissão, permitir que a humanidade sofra algum mal.

    Essa Lei Zero a meu ver é a principal, pois com ela o ser humano não faria mal algum a humanidade, como já mencionei, substituindo a palavra robô por ser humano. Laços fraternos seriam respeitados, a harmonia sinergética também seria acatada. A paz se estabeleceria nos confins da terra. O respeito seria validado como moeda pacificadora. A civilidade seria plena. Enfim, viveríamos como Cristo nos ensinou.

    Se olhássemos com mais carinho para as leis da robótica enxergaríamos que na verdade Asimov não estava somente se referindo a robôs e sim a nós, que somos feitos de carne e osso, mas que muitas vezes nos embrutecemos com as revelias da vida e acabamos nos tornando máquinas mortíferas.

    Sinceramente, meu desejo neste natal é que cuidemos uns dos outros assim como os robôs de Asimov e que sigamos o exemplo do grande Mestre Jesus para que possamos seguir com dignidade na estrada da vida sem muitos percalços. Afinal de contas, já que não podemos ser robôs que sejamos autênticos seres de carne e osso. Verdadeiros cristãos.

    Um excelente natal a todos.


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