• COMO ESTÁ SEU INTESTINO?





    Esta pergunta pode soar muito estranha para se começar um texto não é mesmo?

    Mas tenho uma explicação bem interessante sobre o motivo de ter escolhido esta indagação.

    Conta-se que perguntaram a um sábio chinês o que para ele era felicidade, e ele prontamente respondeu: felicidade depende do bom funcionamento do seu intestino.

    Ora, essa comparação de antemão pode parecer estapafúrdia, mas não o é. Eu explico.

    O que o sábio quis dizer é que para ser feliz muitas vezes necessitamos o que é visível aos olhos, daquilo que está ao nosso alcance, dificultamos a vida de uma maneira que muitas vezes nem nós mesmos entendemos.

    Ficamos apopléticos com cada situação que nos ocorre e deixamos a felicidade escapar. Por isso que ele citou a questão dos intestinos, pois se eles não funcionarem bem, ficaremos como reis e rainhas tristes nos nossos tronos rsrsrsrsrs.

    A diferença básica para alegria e felicidade é que a alegria é passageira, já a felicidade é mais duradoura, dai advém notar que para sermos felizes basta também aceitar as situações e moldá-las da melhor maneira possível.

    Temos a capacidade de adaptação. E é essa capacidade que nos transforma a modificar situações-problema em pequenas searas da vida, do cotidiano.

    Voltando a corroborar a história do intestino, basta observar que a vida, já que é feita de momentos e que esses momentos são passageiros, podemos concluir que a felicidade pode ser a reunião desses fatos. Concorda?

    Não estou querendo dizer que se você está alegre você é feliz, mas se você é feliz você é alegre.

    Sei que pode parecer clichê, mas a felicidade está sempre ao nosso alcance e muitas vezes nem percebemos sua existência, ou então quando a percebemos negligenciamos suas aparições.

    Agora lembrei-me de uma famosa frase de Ataulfo Alves que diz assim: (...) eu era feliz e não sabia. Quem nunca? Será que alguém diz: eu era triste e não sabia?

    De jeito nenhum, pois a sublime delicadeza da felicidade está em senti-la, e como fazer esse gesto está tão difícil ultimamente. Preferimos sentir a dor, a tristeza, a melancolia, porque essa sim, essa doe, machuca, estraçalha, arrebenta corações (no mau sentido é claro).

    Preferimos o mais óbvio que é a certeza do sofrimento do que o tilintar de corações apaixonados, sedentos por felicidade, preferimos o que não nos pertence, querendo sempre o que é do outro.

    A essa mania que nos ronda de estar insatisfeito com a própria vida... Achar que a grama do vizinho é sempre a mais verde e por muitas vezes duvidar da capacidade de aceitar as condições oferecidas.

    E mais uma vez: o que o intestino tem haver com esse dilema?

     Só digo uma coisa: cuide bem do seu intestino que você saberá.
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