• O ASILO DOS JOVENS IDOSOS



    Deveria haver um lugar só para jovens. Eu sei que já existem esses lugares para nós jovens nos divertirmos, mas eu estou falando de um lugar para jovens que buscam tranquilidade.

    Um asilo para jovens idosos, jovens que assim como eu que escrevo este texto buscam uma imersão nas profundezas do mar sem fim da tranquilidade.

    Quem disse que jovem só gosta de agito? De balada? De estar a todo instante se movimentando? Porque não um lugar que atenda os requisitos de um jovem que já chegou à terceira idade?

    Um ambiente onde reinasse a paz, a ordem, a tranquilidade e que pudéssemos encontrar tudo ao nosso alcance, sem pestanejar beber um porre de chocolate quente, agora com cuidado para não queimar a língua hahahaha.

    Ambiente wi-fi em todas as instalações, sim, não poderíamos viver desconectados do mundo. E o ambiente mais importante que é fonte de todo conhecimento: a biblioteca. Com um acervo espetacular.

    Seria mais que uma colônia de férias, seria uma jornada rumo ao interior desconhecido, uma vida bucólica e cercada de muita informação, mas também de muita paz.

    Um jovem idoso assim como eu, friso bem, requer cuidados como um idoso verdadeiro, sim ora pois, necessitamos de doses diárias de leitura abundante e doses homeopáticas de estresse de qualquer ordem.
    Já dizia o grande Charles Chaplin, bendito aquele que nasce idoso e morre jovem. Acredito muito nesta lição do eterno Carlitos, como naquele filme do Benjamin Button. Já assistiu?

    Observo que hoje falta gente para conversar, mas uma conversa com C(c maiúsculo). Sem bravatas e fofoquinhas, falar de ideias e não de pessoas.

    E a gente encontra isso em quem? Em idosos. Lógico que não vou generalizar, mas a grande maioria dos idosos tem uma conversa aprumada e cheia de grandes histórias.

    Essa questão de ser ou não idoso reflete o lado espiritual que temos e que levamos durante toda a vida, e que com o tempo vamos aprimorando.

    A espiritualidade é muito importante ao analisar esse caso, como disse, devemos respeitar nossa própria bioenergia, alinhar nossos chacras e com eles resvalar qualquer tipo de incertezas.

    E por falar em incertezas tinha como incerto o futuro do blog Jung na Veia, mas o texto de hoje é o de número 70, pelo visto está dando tudo certo, mais uma marca conquistada.

    Pois muito bem, para encerrar o pensamento, concluo que para termos essa vida no Asilo dos Jovens Idosos precisamos buscar interiormente essa força que tanto nos invade a alma quando precisamos, ou seja, o asilo é interior.

    Veja: a biblioteca é o nosso cérebro; a rede wi-fi são os nossos pensamentos; a paz está em nossos corações; o chocolate quente são as coisas boas da vida; o estresse em doses homeopáticas são as desavenças que tentamos contornar.

    Observe que essa analogia que tracei durante todo o texto pode refletir quem somos e para onde vamos, pois o asilo dos jovens idosos é mais que um lugar físico é uma grande jornada rumo ao interior dos nossos anseios mais recônditos.

    Até a próxima,

    Randerson Figueiredo.


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