• OS GRILHÕES DA GRATIDÃO



    Há mais de um mês que não escrevo nesta página aqui no blog Jung na Veia, não por falta de assunto, mas porque estou sem computador, escrevo pelo tablet, portanto se houver algum erro de escrita peço que me perdoem.

    O assunto de hoje é de uma clareza absurda. Irei falar dos grilhões da gratidão. Quantos de nós não estivemos presos aos grilhões de uma gratidão desmedida e controladora? Gratidão essa que é estampada em nossos rostos.

    Esse sentimento tem que ser natural, sem ser forçado e sem subterfúgios. Temos que ser gratos a todo momento ao Criador. Se devemos ser gratros aos outros pelo que eles fizeram conosco? Claro que sim, mas não sermos presos aos jugos maliciosos daqueles que nos circundam.

    Essa meus amigos é a grande jogada da vida. Muitas vezes o outro quer que nos humilhemos a todo momento e que estampemos em nossa testa o nosso bem querer eterno para este ou aquele.

    Não, não é por aí. A grande necessidade não está em sair por aí exibindo que é isto ou aquilo e que deve ser eternamente grato "forçosamente" a uma ou outra situação, ou sendo mais direto a uma ou outra pessoa.

    Tudo deve ser natural, pois a gratidão é a memória do coração.

    Quando alguém lembra que você tem que ser grato a alguém essa pessoa não está sendo humilde e não quer que você progrida, quer que você esteja com pés e punhjos cerrados, trancafiado numa masmorra emocional.

    Essa é a sensação de quem vive uma gratidão amarrada a conceitos efêmeros, a sensações puramente humanas e banais.

    A meu ver a maior gratidão que devemos ter é com o Altíssimo, com o Mestre Jesus, porque ele sim deu a sua vida por nós.

    Com os demais devemos ter um laço de animosidade e de simpatia e sermos gratos naturalmente como uma brisa leve que esvoaça nossos cabelos. E nunca devemos esquecer que os grilhões da gratidão nunca devem nos esmorecer e nos aprisionar.

    Como bem disse Madre Teresa de Calcutá, no fim das contas nunca foi entre você e os outros e sim entre você e Deus.


    Até a próxima.
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