• O VOO DO ALBATROZ


    “Se não respeitarmos a natureza por livre e espontânea vontade, um dia seremos obrigados a fazer isso”.Randerson Figueiredo.
    Costumo sempre falar que nossa vida é muito parecida com o albatroz. Primeiro vamos definir albatroz.

    Os albatrozes, incluindo os piaus, da família biológica dos diomedeídeos (Diomedeidae), são aves marinhas de grandes dimensões que, em conjunto com os procelarídeos, painhos e petréis-mergulhadores, formam a ordem dos Procellariiformes ou Tubinares.

    Distribuem-se por quase toda a extensão do Oceano Antártico e norte do Oceano Pacífico. Os albatrozes estão entre as aves voadoras de maiores dimensões.

    Reverenciada pelos poetas, respeitada pelos marinheiros, que a veem sob uma ótica supersticiosa, crendo realmente que ela atrai azar quando é eliminada, esta ave constrói seu ninho em ilhas distantes, dividindo o local escolhido, às vezes, com pássaros de outras classes.

    Mas tem um ponto que não é técnico que gostaria de observar. Diz respeito ao seu voo. Elas são aves altamente desastradas quando fora do seu ambiente aéreo.

    E assim é a nossa vida. Somos como o albatroz.

    Quando vamos alçar voo temos uma dificuldade enorme, principalmente quando não tem vento suficiente para nos soerguer definitivamente. Um empurrãozinho.

    E quando se retorna ao solo também, o albatroz é altamente desastrado, não consegue fincar suas garras e acaba se atrapalhando na aterrissagem.

    Quem nunca de nós se comportou como um albatroz?

    Somos grandes porque Deus nos fez grandes, a envergadura de suas asas chega a ser um metro e é uma das aves mais elegantes do globo terrestre.

    Mas até alçarmos voos e aterrissar aí já é uma complicação. Somos atrapalhados com a vida, com nós mesmos, com os outros... Enfim, atrapalhados em muitas situações.

    Uma das poucas diferenças do albatroz conosco é o relacionamento, eles, os pássaros, são monogâmicos ao contrário da gente, que não respeita nada que está ao nosso redor, não respeita o parceiro.

    Com o texto de hoje desejava estabelecer uma relação não somente de comparação com o pássaro, mas também de conformidade com nossas vidas.

    Eles, os albatrozes, representam para a gente um algo a mais, afinal podemos e devemos aprender muito com a natureza, é ela quem vai nos ensinar sempre.


    Se não respeitarmos a natureza por livre e espontânea vontade, um dia seremos obrigados a fazer isso.
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